Gênesis e o boneco de barro

“É assim que Deus disse?”

adao

É muito comum ouvirmos em várias e distintas ocasiões, bem como lermos em diversas publicações de cunhos distintos, versões deterioradas do relato singelo, mas pleno de profundo significado, sobre a origem do ser humano que se encontra em Gênesis 2:7: “Então, formou o Senhor Deus ao homem, do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente.” De fato, nesse relato bíblico inserem-se preciosas informações inspiradas que muitas vezes passam despercebidas até mesmo de sinceros pesquisadores da verdade, dentre as quais algumas que serão consideradas neste breve texto. Entretanto, também deteriorações grotescas desse relato têm ocorrido e sido apresentadas, como, por exemplo, a que substitui o texto de Gênesis 2:7 pela expressão vulgar de que “Deus formou um ‘boneco de barro’ e soprou nele o fôlego da vida”.

Teria sido isso o que Deus realmente disse, ou essa expressão vulgar na realidade reflete mais uma investida velada e insidiosa contra a autoridade e a veracidade da revelação de Deus ao ser humano, da mesma forma como a que foi feita a respeito das condições estabelecidas para a continuidade da manutenção do fôlego de vida no ser humano recém-criado, com a afirmação de que “é certo que não morrereis!” (Gênesis 3:4)?

De fato, aquela expressão vulgar sobre o “boneco de barro”, que ouvimos e lemos, tem sido usada com bastante frequência tanto no meio secular – seja no âmbito educacional nos seus vários níveis (desde o pré-escolar até a pós-graduação), seja no âmbito eclesiástico cristão (em publicações escritas e na pregação do próprio púlpito, irradiada e televisionada), e seja ainda nos meios de comunicação em geral, incluindo hoje as indefectíveis redes sociais.

Comparando-se as duas expressões acima mencionadas, verifica-se inicialmente que ficou explícita na segunda expressão a substituição de “pó” por “barro” e a eliminação da informação de que “o homem passou a ser alma vivente”.

Com relação à substituição ocorrida, pode-se deduzir que ela foi necessária para que fosse forjada uma cena antropomórfica da criação do homem, em que se partisse de algo que pudesse ser comparado a uma “imagem” do ser humano tal qual o conhecemos hoje (na forma de um “boneco de barro”), para que então ele recebesse o “sopro de vida”. Deve-se lembrar, ainda, que o texto bíblico já tinha esclarecido que o homem foi formado “à imagem de Deus” (Gênesis 1:2). Assim, essa é mais uma razão para ser rejeitada a degradação do relato bíblico ocorrida com a introdução dessa “imagem do boneco de barro”.

Fica claro que a expressão “imagem” utilizada em Gênesis pouco tem a ver com o aspecto físico que teria sido atribuído ao “boneco” e sim com as características mentais e espirituais desse novo ser criado por Deus, que o próprio texto bíblico esclarece ter sido criado “um pouco menor do que os anjos” (Salmo 8:5) – outros seres também criados por Deus, conforme Seu desígnio e propósito, sem necessidade de algum suposto “boneco” protótipo feito a partir de qualquer outro material.

O seguinte texto reflete bem o que se deveria considerar como principal característica da “imagem de Deus” refletida no ser humano: “Sua natureza estava em harmonia com a vontade de Deus. A mente era capaz de compreender as coisas divinas. As afeições eram puras; os apetites e paixões estavam sob o domínio da razão. Ele era santo e feliz, tendo a imagem de Deus e estando em perfeita obediência à Sua vontade” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 44, 45).

Por outro lado, no relato bíblico da criação da mulher, é dito que “a costela que o Senhor Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e a trouxe para ele” (Gênesis 2:22).

Como se vê, o relato bíblico não fala de uma “boneca” de qualquer material, mas permite inferir que deve ter ocorrido uma série de operações cirúrgicas efetuadas juntamente com transformações altamente complexas do tipo que hoje caracterizam os processos de “clonagem”, em conformidade com o planejamento estabelecido pelo Criador a partir de substâncias pré-existentes, para entregar a Adão uma “coadjutora”, com desígnio e propósito.

Assim, tanto no caso da criação do homem quanto no da mulher, ambos foram criados a partir de elementos e substâncias previamente existentes, que, por sua vez, haviam sido criados por Deus a partir do nada, mediante Sua Palavra – “Deus falou e tudo se fez” (Salmo 33:9) – já com desígnio e propósito para possibilitar a consecução das etapas seguintes de todo o processo criativo, incluindo o estabelecimento das condições ambientais e ecológicas necessárias para a criação e manutenção da intrincada interdependência entre a vida vegetal, animal e humana nesse novo mundo que estava sendo modelado.

Essa “matéria primordial” (elementos e substâncias químicas), criada a partir do nada, muito apropriadamente foi chamada no texto bíblico de “pó da terra” (Gênesis 2:7), em conformidade também com o que é descrito em Provérbios 8:28 nas considerações feitas a respeito do princípio de todas as coisas: “Ainda Ele não tinha feito a Terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo.” Essa expressão “princípio do pó do mundo” poderia hoje ser entendida como se referindo às estruturas atômicas e nucleares extremamente complexas constituintes da matéria original dos mundos galácticos, estelares e planetários, bem como das estruturas moleculares extremamente complexas constituintes dos seres vivos em geral, e do ser humano em particular.

Dessa forma, ao “Deus formar ao homem do pó da terra”, jamais estaria Ele fazendo um “boneco de barro” (o que seria inaceitável até mesmo como uma figura de linguagem) que se transformasse magicamente em um ser humano de forma independente de um planejamento coerente com desígnio e propósito previamente estabelecidos, visando à própria manutenção da complexa interdependência entre todos os tipos de vida que estavam sendo criados nesse novo planeta.

Assim, a atuação de Deus na formação do homem, mediante Seu poder e Sua sabedoria (como Deus onipotente e onisciente) teria sido procedida de acordo com um planejamento de sucessivas sínteses orgânicas em cadeia, da mesma forma como procedido na criação anterior de todos os demais seres vivos, de tal maneira que fossem processadas as reações químicas necessárias, em conformidade com leis anteriormente estabelecidas pelo próprio Criador, para tornar possível a formação de complexas moléculas que se organizassem na forma de substâncias orgânicas necessárias à formação de tecidos, órgãos e sistemas; dessa forma completando a elaboração de toda a estrutura corporal previamente idealizada.

Além do mais, para a finalização desse projeto da criação do ser humano, deveria ter sido incluída toda a informação necessária para a ativação final de toda essa estrutura elaborada como um sistema de alta complexidade, para que então recebesse o “sopro de vida” energizante, e se tornasse uma “alma vivente” formada à imagem de Deus!

Neste ponto, cabe rememorar o episódio relatado em Êxodo 3:5, em que a presença de Deus se manifesta a Moisés pronunciando as palavras: “Não te chegues para cá; tira a sandália dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êxodo 3:5). A terra ali era tornada santa pela presença do Deus santo que então Se manifestava a Moisés, da mesma forma em que aquele “pó da terra” (Gênesis 2:7) na presença do mesmo Deus santo constituiu a matéria-prima, santificada pela presença de Deus, a partir da qual foi criado o homem, “à imagem e semelhança de Deus” pelo Seu energizante sopro do fôlego de vida.

Com essas poucas considerações apresentadas neste texto, que destacaram algumas preciosas informações que muitas vezes têm passado desapercebidas até mesmo a sinceros pesquisadores da verdade, espera-se que pessoas, embora bem intencionadas, mas carentes de uma visão mais consentânea da majestosa concepção da criação do ser humano expressa nas palavras do relato de Gênesis, possam passar a compreender essa investida velada e insidiosa contra a autoridade e a veracidade da revelação de Deus ao homem, que apresenta um “boneco de barro” como grotesca deturpação do relato bíblico sobre a criação do ser humano.

(Dr. Ruy Carlos de Camargo Vieira é engenheiro e fundador da Sociedade Criacionista Brasileira)

Primeiro episódio de “Gênesis” expõe “teoria do intervalo”

Que tal aproveitar o momento para abrir e estudar sua Bíblia a fim de conhecer a história verdadeira e original?

genesis

Se levar as pessoas a conferir na própria Bíblia aquilo que está sendo exibido na tela, a novela “Gênesis”, da TV Record, terá produzido um efeito colateral positivo. Mas, como a maioria das pessoas não fará isso, infelizmente, em muitas mentes ficará a impressão de que Adão era um troglodita machista agressor e de que os dinossauros teriam sido extintos pela queda de Lúcifer e seus anjos rebeldes, ideia conhecida como “teoria do intervalo”, “teoria do caos e restauração” ou mesmo “teoria do Éden luciferiano”. Obviamente, uma interpretação muito equivocada do relato de Gênesis.

Segundo Moisés (autor inspirado dos cinco primeiros livros da Bíblia), antes de ser preparada para abrigar vida (terraformada), a Terra era sem forma e vazia. Quando Deus pronunciou as palavras “haja luz”, teve início a semana da criação, com seis dias literais e ininterruptos de 24 horas cada (veja o vídeo abaixo). No sexto dia foram criados os animais terrestres e o primeiro casal humano. Portanto, os dinossauros foram criados nesse dia e não muito tempo antes, numa tentativa de acomodar o relato bíblico com a visão evolucionista.

Os criacionistas bíblicos, em sua maioria (e essa é também a posição da Sociedade Criacionista Brasileira), acreditam que os dinossauros (ou pelo menos a imensa maioria deles) foram extintos por ocasião do dilúvio, daí a abundância de fósseis deles e de muitas outras espécies de animais e plantas – já que se sabe que o processo de fossilização depende de soterramento rápido sob água e lama (veja o vídeo abaixo).

Resumindo: a leitura do primeiro capítulo de Gênesis deixa claro que a Terra era sem forma e vazia antes de acolher vida, e não que se tornou sem forma e vazia no tempo dos dinossauros. A “teoria do intervalo” é, na verdade, uma aberração teológica semelhante à ideia da evolução teísta, pois coloca a existência da morte antes do pecado de Adão e Eva. Se a morte já existia, o salário do pecado não é ela, como explica o apóstolo Paulo em Romanos 6:3. Se a morte não é consequência do pecado de nossos primeiros pais, que dívida Jesus veio pagar na cruz? Deus passa a ser o culpado direto pela existência da morte e do violento processo evolutivo, e Jesus é despido de Sua missão messiânica, sendo encarado como mero revolucionário. Isso tudo atenta conta o caráter do Criador.

adao

Conforme escreveu Maurício Stycer no portal UOL, “o impacto visual de efeitos especiais não diminuiu em nada a sensação de que estava assistindo a uma aula sobre criacionismo. […] Driblando a teoria da evolução, a novela ‘ensina’ que foi Lúcifer quem causou a extinção dos dinossauros. […] No segundo capítulo, a punição a Adão e Eva se estendeu à família, que enfrenta uma vida de privações. Sob o olhar atento de Lúcifer, que aprecia o drama, todas as filhas de Adão abandonam o lar em protesto à rispidez e ao machismo do pai. Inflexível, Deus recusa uma oferta de Caim porque ele não ofereceu o melhor que tinha para dar”.

Eis aí os problemas: (1) a falsa impressão de que o que a novela apresenta seria a visão criacionista; (2) o preenchimento com excesso de imaginação das lacunas no relato bíblico e o abuso da licença poética; (3) a descaracterização dos personagens bíblicos ou mesmo a ideologização anacrônica deles; e (4) a imprecisão teológica, afinal, Caim não ofereceu “o melhor que tinha para dar”, ele recusou oferecer o símbolo da única coisa que poderia salvá-los: o cordeiro que apontava para o Cordeiro (João 1:29).

A novela contou com a ajuda de consultores como o arqueólogo Dr. Rodrigo Silva, mas isso não significa que eles tenham tido acesso ao roteiro dos episódios ou que pudessem interferir no texto. O consultor apenas presta informações técnicas sobre alguns aspectos que deverão constar na obra. E os roteiristas/produtores/diretores decidem o que vão considerar ou não.

Semana que vem a novela vai tratar do dilúvio. Vejamos o que vem por aí… Enquanto isso, que tal abrir e estudar sua Bíblia a fim de conhecer a história verdadeira e original?

Michelson Borges

O que é criacionismo ?

Uma possível explicação é: “Criacionismo é uma estrutura/modelo conceitual que adota para o estudo da natureza a possibilidade da existência de um criador. A vida teria sido criada inicialmente complexa, completa e funcional, em tipos básicos de seres vivos dotados do aporte necessário para sofrer diversificação limitada ao longo do tempo. Existem três principais ramificações distintas dentro do criacionismo: a religiosa, a bíblica e a científica.”

Referência: Editores. Os principais tipos de modelos das origens. Origem Rev. 2018;1(1):19-31.

Quem somos (equipe do blog)

Este blog foi criado em 2006 pelo jornalista Michelson Borges, com o propósito de divulgar em língua portuguesa conteúdos ligados à controvérsia entre o criacionismo e o evolucionismo. Inicialmente, o blog foi criado na plataforma Blogspot, depois o conteúdo passou a ser migrado para cá. Com atualizações frequentes e uma cobertura abrangente dentro do escopo da ciência e da religião, o blog criacionismo.com.br se caracteriza por uma abordagem não excessivamente técnica dos assuntos de que trata. O que tem sido divulgado na mídia a respeito do tema origens é matéria-prima para avaliação aqui. Em 2018, colunistas especialistas foram convidados a fazer parte do time, dando sua contribuição para tornar o conteúdo deste blog ainda mais rico e relevante. Conheça o nosso time:

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Michelson Borges é pastor adventista do sétimo dia e jornalista, formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foi professor de História em Florianópolis e editor do jornal da Rádio Novo Tempo daquela capital, onde também apresentava um programa de divulgação científica. É editor da revista Vida e Saúde, da Casa Publicadora Brasileira, e autor dos livros A História da VidaPor Que CreioNos Bastidores da Mídia (publicado em espanhol, com o título Detrás de los Medios), Esperança Para VocêTerra de Gigantes (sobre dinossauros), A Descoberta (em coautoria), Expedição GalápagosO Poder da Esperança (também em coautoria e publicado em inglês com o título The Power of Hope), e da Série Grandes Impérios e Civilizações, composta de seis volumes. Mestre em Teologia pelo Unasp e pós-graduando em Biologia Molecular pela Universidade Cândido Mendes, é membro da Sociedade Criacionista Brasileira e tem participado de seminários criacionistas e séries de palestras e pregações em várias partes do Brasil e do exterior. É criador e mantenedor dos blogs http://www.criacionismo.com.br e http://www.outraleitura.com.br. Casado com a pedagoga Débora Tatiane (coautora do livro O Que Ele Viu na Grécia), o casal tem três filhos, duas meninas e um menino. 

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Alexandre Kretzschmar é administrador de empresas e pós-graduando em Engenharia de Produção. Fundador do projeto Onze de Gênesis, o qual serviu de base para coleta de dados e escrita do livro de mesmo nome, é também diretor executivo do Núcleo Blumenauense da Sociedade Criacionista Brasileira (NBLU-SCB) e membro do Núcleo Maringaense da SCB (Numar-SCB). É cofundador e editor associado da Origem em Revista, periódico criacionista do tipo magazine, que divulga diversos assuntos relacionados à origem da vida.

alex

Alexsander Dauzeley da Silva é bacharel em Informática pela Uniplac, mestre em Administração pela ESAG/Udesc e doutorando em Administração pela UNB.  Trabalha como auditor de TI em uma instituição financeira em Brasília, DF. Atuou como pesquisador visitante na Oxford Brookes University, em Oxford, Reino Unido, e como professor de ensino superior em Brasília. Sua concentração de pesquisa acadêmica é na área de Estratégia, na interface pública-privada, tendo apresentado diversos trabalhos sobre esse tema em Paris, Vigo (Espanha), Budapeste e também no Brasil. 

David

David Ramos Pereira é geólogo pela Universidade Federal do Pará e mestre em Geologia e Geoquímica pela mesma universidade. Durante seu mestrado, dedicou-se ao estudo de um depósito mineral de Pb e Zn, situado na cidade de Caçapava do Sul, Rio Grande do Sul, o que lhe possibilitou adquirir familiaridade com as seguintes áreas de conhecimento geocientífico: metalogênese, geologia isotópica radiogênica (Pb) e geocronologia. Atualmente é servidor público na Secretaria de Meio Ambiente de Barcarena (PA), onde exerce o cargo de geólogo.

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Eduardo Lütz é bacharel em Física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Astrofísica Nuclear pela mesma universidade. Ele tem atuado na área de Astrofísica, desenvolvendo métodos para lidar com a Teoria Quântica de Campos em presença de campos gravitacionais intensos, produzindo modelos matemáticos nessa e em muitas outras áreas. Efetuou pesquisas em Física Hipernuclear (com híperons) na Universidade Friedrich-Alexander (Alemanha) e tem discutido com formadores de opinião, escrito e revisado artigos, participado em livros, concedido entrevistas e feito muitas palestras sobre diversos temas de interesse nessa área por todo o Brasil. Também é engenheiro de software para a Hewlett-Packard (HP), desenvolvendo tecnologias em Informática há décadas.

frank

Frank de Souza Mangabeira é formado em Letras Vernáculas pela Universidade Federal de Sergipe, com pós-graduação em Linguística (ênfase em revisão textual). Desde 1992, como servidor efetivo, desenvolve suas atividades profissionais no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe, na área de licitações e contratos públicos. Seus interesses principais incluem filosofia, ciência, teologia, linguística, arte e literatura.

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Hérlon Costa é geólogo pela Universidade Federal do Pará e mestre em Geologia Exploratória pela Universidade Federal do Paraná. Participou em projetos de pesquisa estudando paleoclima em estratos permianos na Bacia do Paraná. Atualmente, é doutorando em Geologia Exploratória na Universidade Federal do Paraná, onde realiza pesquisas na área de geofísica e contenção de barragens, em parceria com a Itaipu Binacional. Realiza também um projeto pessoal na educação de crianças do ensino fundamental na Escola Adventista de Araucária, levando ao ensino de base a oportunidade de olhar o planeta Terra a partir da ótica criacionista e evolucionista.

liziane

Liziane Conrad Costa é bacharel e licenciada em Ciências Biológicas com ênfase em Biotecnologia pela Unipar, especialista em Morfofisiologia Animal pela Ufla e mestranda em Biociências e Saúde pela Unioeste. Apaixonada pela docência, já atuou como professora de Química e Biologia do ensino médio, e é também especialista em Psicopedagogia Institucional pela Universidade Positivo, PR. Tem experiência na área de biologia geral e sua linha de pesquisa abrange as áreas de fisiologia humana, biociências e saúde, neurociências, e processos de ensino-aprendizagem. É também presidente do Núcleo Cascavelense da Sociedade Criacionista Brasileira, Nuvel-SCB, e tem atuado como palestrante e escritora de artigos relacionados à ciência e ao criacionismo, e concedido entrevistas abrangendo temas diversos. Tem o privilégio de ser mãe do Jean Henrique e da Isabella.

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Maria da Graça Lütz cursou Ciências Biológicas e realizou seus estudos de mestrado em Bioquímica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Realizou pesquisas no laboratório de “Erros Inatos do Metabolismo”, no Instituto de Bioquímica da UFRGS. Trabalhou como professora no ensino médio. Citação preferida: “Aqueles que não aprendem da história estão fadados a repeti-la” (George Santayana).